quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Minha nova paixão: WWE!

Bom dia guerreiros e guerreiras do meu coração de dragão! Tudo bem com vocês? Estou na vida corrida de muito trabalho e estudos, mas como ninguém é de ferro precisamos nos distrair com algo.
E foi num belo dia que perdi meu preconceito e me tornei fã de WWE...

WWE

Como aprendi a gostar de WWE?

Tudo começou quando eu estava vendo postagens aleatórias no facebook e vi uma certa imagem...
Em específico esta:

WWE
Roman Reigns

Eu não tenho ideia de como isso surgiu na minha linha do tempo, mas me chamou muito a atenção e eu precisei compartilhar e ainda disse que eu detestava o WWE, mas... Eu sempre achei esse tipo de luta muito falso, sem graça, sempre detestei, até esse dia chegar e eu pagar língua com isso.
Foi nesse dia que um colega de facebook, que depois acabou se tornando um grande amigo, veio conversar comigo e me ensinar várias coisas sobre Pro-Wrestling e ter uma visão que eu jamais tinha visto sobre esse tipo de luta... 

"WWE é uma empresa de pro-wrestling, um entretenimento com atletas que também são atores. É como uma série, mas com episódios ao vivo..."

Wrestling é falso?

"Pro-wrestling não é falso, as pessoas é que são.
Devido a toda a dedicação, preparo físico e treinamento, seja na execução de movimentos ou na atuação, é ofensivo dizer que é falso.
Eles não ensaiam, eles se arriscam, por mais que uma boa parte dos golpes não sejam verdadeiros, como os socos, são os golpes de impacto e alto risco ali que são impossíveis de serem simulados. 
A dor será sempre verdadeira, assim como as possíveis lesões.
Como em uma série, é um espetáculo em que ninguém se odeia de verdade. Os resultados são combinados pelos superiores de acordo com o roteiro da história a ser ali contada a cada luta. Porém, o que ocorre é tudo um improviso, com uma breve comunicação do que poderá ser feito."

E foi com essa tese que eu comecei a ver o Pro-Wrestling de outro modo, dando uma chance para conhecer realmente como era, e deixar de ter a visão preconceituosa. Esse meu amigo me ensinou muitas coisas sobre as lutas, conheci lutadores e lutadoras (sim, tem lutas só para as mulheres, as Divas), conheci nome de golpes, os maiores campeões, o embasamento das histórias de cada um, qual personagem é heel ou face (malvado ou bonzinho)... Vale ressaltar que há outras empresas de pro-wrestling, mas que a WWE é a principal.

Divas da WWE:

WWE
Divas
Diante disso, meu amigo me recomendou assistir um programa chamado Tough Enough.

Tough Enough:

"Tough Enough é um reality show da WWE em que eles selecionam pessoas que almejam se tornar superstars ou divas da empresa, e fazem elas competir entre si. Seguindo com o formato de eliminação semanal, o último casal, ganha a sua chance de treinar na empresa rumo ao estrelato."

Tough Enough
Tough Enough
Nesta versão do reality show, podemos contar com a presença de uma brasileira, Gabi Castrovinci. Gabi é curitibana porém mora nos EUA a 11 anos. Ela infelizmente não conseguiu vencer o programa, mas mesmo saindo, ela não desistiu do seu sonho e agora treina muito na acadêmia dos Wild Samoans (WXW). 

Wrestler Brasileira
Gabi Castrov

Ela não seria a primeira pessoa BR na WWE, o primeiro BR a lutar em um ringue foi o Giant Silva, e no antigo território de desenvolvimento da WWE, a FCW, existiu um lutador chamado Kafu, mas ele nunca passou pro roster principal pois foi demitido antes. Aproveitando o comentário, também vale ressaltar que o atual território de desenvolvimento é o NXT.
O Tough Enough contou nessa edição com a presença de 13 novos participantes, sendo 7 homens e 6 mulheres. E agora está na reta final com apenas 2 mulheres e 3 homens, nos quais estou torcendo para a Sara Lee e Joshua Bredl (Josh, the Yeti). 


Eu gostei muito de assistir o programa, saio correndo da academia em dias de segunda-feira para ver o programa Monday Night RAW, em dias de terça-feira vejo Tough Enough, em dias de quinta-feira o Thursday Night Smackdown.
Me tornei fã de Roman Reigns e posso dizer que hoje, o preconceito que eu tinha era totalmente inviável e desnecessário e que devemos dar uma chance para o "desconhecido", podemos sempre nos surpreender. Posso dizer que ainda sou aprendiz disso tudo, mas que com toda certeza isso se tornou um hobbie e não consigo mais parar de ver! E agradeço imensamente ao meu paciente amigo Mateus, por me ensinar tantas coisas e me ajudar nessa postagem! Hail!

Você já conhecia o que é Wrestling?
Depois de ter lido isso tudo, você daria uma chance a este tipo de luta?
Deixe seu comentário!

domingo, 19 de julho de 2015

Navio Dragão e suas recompensas

Bom dia guerreiros e guerreiras do meu coração de dragão! Tudo bem? Estou aqui para comentar sobre o livro que comprei pelo Cartase, o Navio Dragão.Venham ver essa maravilha! \o/

Viking


O que é Navio Dragão?



O que é Cartase?

Cartase é um tipo de projeto coletivo, onde cada pessoa doa um valor, e dependendo do valor doado você pode ganhar adesivos, cartão postal, imãs de geladeira, serigrafia, posteres, e muito mais!
Eu contribui  com o valor de R$35,00, para cada valor existe um conjunto de recompensas além do livro. A criadora Rebeca conseguiu alcançar sua meta e eu recebi essa semana essas belezinhas!

Cartase

Na recompensa para quem doou o valor de R$35,00, viria nomes no agradecimento, 
PDF do livro, livro impresso, marcador de página, cartão postal, adesivos e imã de geladeira.

Como o valor estimado para receber as recompensas era de 15 mil, e ela conseguiu o dobro e mais um pouco ela acrescentou ainda mais um postal, um botom e e um gibi.
E isso tudo ficaria pronto para o mês de agosto, eu nem estava esperando chegar essas belezinhas tão cedo, estava aguardando desde fevereiro.

Cartões Postais:

Viking

Gibi do Carne:

Viking
 Viking


Adesivos e mini cartão autografado:


Viking

Viking

Marcador de página:

Marcador de página Viking

Imã de geladeira:

Imã de Geladeira Viking


E eu separei algumas das tirinhas do gibi que mais me identifiquei para mostrar para vocês!

Navio Dragão

Navio Dragão

Navio Dragão

Navio Dragão

Navio Dragão

Navio Dragão

E ainda tem algumas lindas imagens feitas por convidados! 


Navio Dragão

Eu adorei colaborar com esse projeto e dou todo meu apoio a ele.

Espero que futuramente podemos ver por aí camisetas da Lif, canecas e tudo mais que for de direito ahhaha e sem esquecer de um próximo volume do gibi! (Estou querendo dar mais trabalho pra Rebeca hahahahaha)
Rebeca, mais uma vez parabéns pelo seu EXCELENTE trabalho, ficou tudo muito lindo e eu fiquei muito feliz de chegar em casa e ver esse pacote me esperando!

Quem quiser conferir esse e outros projetos feitos pela Rebeca basta acessar os links:
Blog: Navio Dragão
Facebook: INC

E ai? Gostaram desses lindos artigos dos quadrinhos?
Sou apaixonada pela Lif, ela tem muito de mim! Se identificaram também?
Deixe seu comentário!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Pronuncia das Línguas Élficas

Bom dia guerreiros e guerreiras do meu coração de dragão! Tudo bem? O texto que segue a seguir foi retirado do blog Elfos Eldalie e com a devida autorização esta postagem! Então é só ler a postagem inteira que tá super legal e fácil de entender!


Língua dos elfos

Pronuncia das Línguas Élficas:


Essas explicações são tiradas principalmente dos apêndices do Senhor dos Anéis. Para nós, brasileiros, a pronúncia do quenya (e também do sindarin, que segue regras semelhantes), não apresenta maiores problemas, pois a pronúncia das vogais é basicamente a mesma das línguas originárias do latim. Apenas nas consoantes nós encontraremos alguma dificuldade, mas nada que seja muito complicado.

As Vogais:

Em Quenya, as vogais são pronunciadas da mesma maneira que no Português. Diferente do Inglês, as vogais são sempre pronunciadas e mantêm seu som original mesmo nos encontros vocálicos. No português do Brasil, é muito comum enfraquecer as vogais E e O para I e U no final das palavras. Isso NUNCA deve ser feito em Quenya.São todos sons puros, não ditongos. Em Quenya existe uma distinção importante entre vogais curtas e longas, que são normalmente  marcadas com um acento agudo e pronunciadas com aproximadamente o dobro da duração das vogais curtas. Isso não indica a sílaba tônica, serve apenas para determinar a duração e o comprimento do som. O comprimento é a única distinção entre i e í, a e á, u e ú, embora haja uma leve diferença na pronúncia entre e e é e entre o e ó; nesses dois casos, a pronúncia torna-se mais fechada (mais ou menos como o nosso ê e ô).

Pronúncia das vogais curtas:

A vogal A é pronunciada como nas palavras “camisa” e “bola”.
A vogal E é pronunciada como nas palavras “testa” e “fera”.
A vogal I é pronunciada como nas palavras “vida” e “fácil”.
A vogal O é pronunciada como nas palavras “copo” e “bota”.
A vogal U é pronunciada como nas palavras “luta” e “jumento”.

Exemplos de palavras com vogais curtas (o sublinhado indica a sílaba tônica):
a, e, i, o, u
alta, elen, Isil, osto, undu

Pronúncia das vogais longas:

A vogal Á é pronunciada como nas palavras “fábrica” e “táxi”.
A vogal É é pronunciada como nas palavras “medo” e “parede” (o primeiro E).
A vogal Í é pronunciada como nas palavras “saída” e “índio” (o primeiro I é longo).
A vogal Ó é pronunciada como nas palavras “bonde” e “gônada”.
A vogal Ú é pronunciada como nas palavras “cúbico” e “única”.

Exemplos de vogais longas (o sublinhado indica a sílaba tônica):
á, é, í, ó, ú
fána, nése, hísie, onóne, untúpa

O Quenya tem um conjunto de apenas seis ditongos. Todos os outros pares de vogais devem ser pronunciados seguindo as regras apresentadas acima. Os ditongos possíveis são AI, OI, UI, AU, EU e IU. São todos ditongos decrescentes, ou seja, pronuncia-se a primeira vogal mais fortemente, e desliza-se para a segunda (exceto IU, onde se podia avançar de um I fraco para um U forte. Como essa era a pronúncia usada a partir da Terceira Era, vamos dar preferência a ela durante o nosso curso).

Exemplos de ditongos (o sublinhado indica a sílaba tônica):
ai, oi, ui, au, eu, iu (antigo), iu (moderno)
Ainu, coimas, cuivie, Auta, leuca, miule (antigo), miule (Terceira Era em diante)

O trema:

Em todos os textos em quenya, uma coisa se destaca: o uso freqüente do trema (diarése). Esse símbolo não indica nada em relação à pronúncia das palavras, pelo menos para os falantes de línguas latinas, e serve apenas para lembrar aos falantes do Inglês que aquelas letras marcadas com o trema devem ser pronunciadas segundo as regras normais, e não se transformam em ditongos nem tem o som enfraquecido. Para nós, não faz a menor diferença: por exemplo, os nomes Ingwë e Ingwe tem exatamente a mesma pronúncia. Como apenas os seis casos acima são ditongos, combinações como EA devem ser pronunciadas como dois sons distintos.

Regras de tonicidade:

As regras de tonicidade do quenya são bastante simples, e não há grandes complicações no seu estudo. Embora o acento agudo colocado sobre as vogais longas não sirva para indicar a sílaba tônica, em muitos casos, por motivos etimológicos (origem das palavras), há uma coincidência: muitas palavras possuem uma vogal longa na sílaba tônica. Contudo, a posição da sílaba tônica, embora não seja marcada, é facilmente previsível: uma sílaba é longa se contém uma vogal longa, ou se termina com uma consoante, do contrário é curta. As regras de tonicidade do quenya (e também do sindarin) são as seguintes:

 – Todas as palavras dissílabas são paroxítonas, com a única exceção de aVÁ.

 – As palavras polissílabas são paroxítonas se a penúltima sílaba contiver uma vogal longa, um ditongo ou se a a vogal dessa sílaba for seguida de mais de uma consoante; caso contrário são proparoxítonas.

Exemplos (A sílaba tônica está sublinhada e em letras maiúsculas):

SAUron – penúltima sílaba (Sau) contém um ditongo (au); paroxítona
MELkor – dissílaba; paroxítona
AlquaLONdë – penúltima sílaba (lon) com uma vogal curta (o) seguida de duas consoantes (nd); paroxítona
ELENna – penúltima sílaba (len) com uma vogal curta (e) seguida de duas consoantes (nd); paroxítona
Hísime – penúltima sílaba com uma vogal longa, paroxítona
GaLADriel – penúltima sílaba (ri) com uma vogal curta, proparoxítona
ELdamar – penúltima sílaba (da) com uma vogal curta, proparoxítona
riel – penúltima sílaba (ri) com uma vogal curta, proparoxítona
anor – penúltima sílaba (a) com uma vogal curta, proparoxítona
AlDARion – penúltima sílaba (i) com uma vogal curta, proparoxítona
FiNARfin – penúltima sílaba (nar) com uma vogal curta (a) seguida de duas consoantes (rf); paroxítona.

Pronúncia das Consoantes:

A pronúncia das consoantes, em Quenya, também é semelhante à pronúncia latina, e por isso não temos muitos problemas na maioria dos casos. As consoantes eram organizadas dentro do tengwar, o alfabeto, que consta do apêndice E do Senhor dos Anéis. Não entraremos em maiores detalhes agora, mas voltaremos ao assunto em algum tempo. Para os mais apressadinhos, vamos dar uma rápida explicação sobre a fonologia.

Quenya possui cinco séries de consoantes: as quatro colunas na tabela de tengwar (=letras) e mais a primeira coluna com dois pontos embaixo. A primeira coluna, ou tincotéma, é de consoantes dentais (ou talvez alveolares), como o Francês t. A primeira coluna mais os pontos, a tyelpetéma, são versões palatilizadas da tincotéma. A segunda coluna, a parmatéma, são as consoantes bilabiais, como na palavra “pato”. A terceira, calmatéma, são velares, como no Inglês “cat”. A quarta, quessetéma, são labio-velares, como no Inglês “quick”. As linhas no tengwar correspondem (em teoria) a diferentes maneiras de articulação, como parada ou fricativa, sonora ou muda. Contudo, como o Quenya não segue exatamente a teoria, é mais interessante discutir os sons individualmente, independente de seu local entre as tengwar.

Vamos às regras de pronúncia das consoantes. Somente estão destacadas aquelas consoantes ou conjuntos de consoantes que apresentam alguma peculiaridade. As consoantes não listadas abaixo são pronunciadas da mesma forma que no português.

C – Tem sempre o valor de k, mesmo antes de E e I: celeb,  “prata” deve ser pronunciado keleb (queleb). Círdan, o Construtor Naval, pronuncia-se “quírdan” (e não ‘sírdan’).

CH – Representa o som semelhante ao da palavra alemã Bach (pronuncia-se ‘bac’). Assim, Carcharoth, o grande lobo de Angband, pronuncia-se Carcaroth.

DH – Representa o TH sonoro do inglês “these”.

F – Representa o som normal de F, exceto no final das palavras, nas quais representa o som de V: Gandalf pronuncia-se Gandalv (paroxítona)

G – Tem apenas o som de G em galo, guerra, guincho, gole e gula: Gil (“estrela”), pronuncia-se ‘guil’, e não ‘jil’. Eregion pronuncia-se ‘Ereguion’.

H – Sozinho, sem outras consoantes, tem o som de H como nas palavras inglesas house e horse, muito semelhante ao nosso R (ou RR, quando usado no meio das palavras). A combinação HT em quenya tem o som do alemão CHT;  o H do encontro consonantal tem o som gutural, como ou o CH do alemão e o J do espanhol: depois de E ou I o som era um meio termo entre o CH do português e o J do espanhol. HY pronuncia-se como no Inglês huge. Segundo Tolkien, muitos humanos falantes de Quenya pronunciavam o HY como se fosse um CH comum da língua portuguesa, mas a pronúncia correta fica entre o CH do Português e o J do Espanhol. HW pronuncia-se como a nossa letra U.

K – Usa-se somente em nomes tirados de línguas não élficas, com o mesmo valor de C; assim, KH representa aproximadamente o mesmo som que CH em Grishnákh na língua dos orcs (leia-se Gríxnac).

L – Representa aproximadamente o som do nosso L normal, como em ‘letra’ ou ‘bola’. No entanto, era, até certo ponto, palatalizado entre E ou I e uma consoante, ou em posição final após E ou I (provavelmente as palavras inglesas como bell e fill seriam pronunciadas mais ou menos como ‘beol’ e ‘fiol’). O LH representa a forma surda deste som. Em quenya (arcaico) isso se escreveria HL, mas na Terceira Era costumava ser pronunciado como um L comum.

NG – Faz o mesmo som encontrado na palavar ‘ângulo’, mas tinha um som mais fraco no final das palavras. Era pouco usado na Terceira Era, sendo normalmente substituído pelo N simples.

PH – Tem o mesmo som de F. Usa-se, em quenya, em três situações:
a) para representar o som de F no final de uma palavra, como alph (cisne);
b) quando o som de F está relacionado com (ou deriva de) uma letra P, como em i-Pheriannath = os Hobbits (Perian); e
c)  no meio de algumas palavras, representando um FF longo, derivado de um PP longo, como em Ephel (vedação exterior)

QU – Representa o som de CW, combinação de sons bastante freqüente em Quenya. Como as combinações UA, UE e UO não formavam ditongos, nesses casos o U deve ser pronunciado, como nas palavras ‘freqüente’ e ‘quase’. Quenya se pronuncia qüenha ou qüenhia.

R – Representa sempre um som vibrado, mesmo entre vogais ou no início das palavras. Faz sempre o som que ouvimos nas palavras “cara”, “parede” ou “garota”. Rían, por exemplo, pronuncia-se com o R inicial igual ao da palavra “carinho” (e não como a palavra ‘rio’).

S – Faz sempre um som surdo (igual aos nossos SS ou ç), nunca tem o som de Z (como na palavra ‘casa’). Portanto, Isil (lua) pronuncia-se Íssil.

TH – Representa um som muito parecido com o encontrado nas palavras ‘fossa’, ‘foice’ ou ‘poço’, pronunciadas com a língua entre os dentes. Transformou-se em S no Quenya falado, embora normalmente se escrevesse com uma letra diferente.

TY – Faz o som encontrado na palavra ‘tio’, e derivou do C+Y ou T+Y.

V – Faz o som normal de V, mas não é usado no final das palavras. Nesse caso, usa-se o F.

W – Tem o som de U. Assim, Tengwa (letra) pronuncia-se ‘ten-gua’. No início das palavra, se transformou em V, durante a Terceira Era.

X – O X é na verdade uma combinação dos sons de K e S; Helcaraxë deve ser pronunciado “Helcaracse”.

Y – Faz o som de I, mas é considerado consoante.

Z – Não ocorre no Quenya

– Os dígrafos NY e LY correspondem, muito aproximadamente, aos nossos LH e NH, respectivamente.

– Para propósitos de tonicidade, os dígrafos ry, ly, ty, ny, qu, quando no meio de palavras, contam como duas consoantes: Calacirya (o Passo da Luz em Valinor), aranya (meu rei). ciryaquen (marinheiro).


Consoantes longas ou duplas (TT, FF, LL, NN, etc.) – Devem ser pronunciadas “em dobro”, com a duração duas vezes maior que a normal. No final de palavras com mais de uma sílaba eram geralmente encurtadas.




Achou a pronuncia difícil?
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sábado, 16 de maio de 2015

Estima e Estilo

Bom dia guerreiros e guerreiras do meu coração! Hoje eu vim bater um papo com vocês sobre mim, meus pensamentos, e a sociedade ao meu redor. Muitas blogueiras já vieram comentar comigo, de ideias de usar roupas, ensinar maquiagens nórdicas, medievais, e afins para eu fazer e colocar aqui no blog. Mas eu nunca cheguei a por isso em prática, por quê?

Memórias de uma Guerreira


Estilo:

Antes de iniciar toda essa nossa conversa eu queria comentar sobre meu estilo, sobre o estilo que gosto e sobre a sociedade ao meu redor. Não sei se vocês sabem, mas eu moro no interior de Minas, numa cidade bem pacata de 54 mil habitantes.
Tenho que dizer que infelizmente a cena do rock/metal aqui não é forte. Comparada ao resto da sociedade, somos minoria. E sim ainda existe aquele preconceito de que se você é roqueiro, você é drogado, você é satanista, você é mau, você não tem sentimentos, não sabe fazer nada da vida e tudo mais...
Sendo a minoria, ficamos um pouco fora do eixo social que move os restante dos 54 mil habitantes.
Vejo na internet que existem cidades como São Paulo e Curitiba, onde a cena do rock/metal é grandiosa, existem muitas pessoas estilosas, eventos maravilhosos e você simplesmente pode ser o que você quiser, como quiser, que as pessoas vão achar tudo aquilo normal, justamente por existirem muitas pessoas que se vestem do mesmo estilo, e isso acaba se tornando mais comum.
Aqui se você se veste da maneira diferente, ou tem cabelo colorido, as pessoas te olham com um olhar de desprezo, de preconceito, e isso não é nada legal.
Ai junta a parte em que, ser diferente pode dificultar você a procurar um bom emprego.
Então para ter um bom futuro, tive que abandonar um pouco o estilo Dark/Gótico que tinha na adolescência, e começar a me vestir de maneira mais comum assim como parte dos 54 mil.
Mas obviamente que meus pensamentos, meus ideais, e meus gêneros musicais não mudaram. 
Hoje em dia minhas vestimentas são consideradas "normais", até meio desleixadas, mas esse é meu estilo. Nunca fui daquelas meninas super produzidas que adoram um salto e saem arrasando, nunca fui.
Então meu estilo é o mais básico possível: sempre ando de tênis, pois isso me deixa mais confiante para andar e acho muito confortável, uso regatas e camisetas não apenas pretas, uso também o branco, o verde, o lilás, o cinza, mas nada extremamente colorido, não gosto de estampas... uso calça jeans azul e está pronto. É só isso, o básico do básico. Não sigo modas também, pois não me sinto a vontade em ser também totalmente igual ao restante da sociedade.

Quando tem algum evento por perto, uso minhas camisetas de banda, ou algo que seja do gênero, uma calça jeans e coloco um all star. E é isso. O básico!

Meu estilo:


Estilo alternativo

Mas eu acho lindo aquelas mulheres que curtem o gênero, que usam lindos corpetes, que tenham estilo gótico, medieval, cabelos coloridos, roupas de rendas... Mas simplesmente não sei se combinaria comigo, ou se ficaria a vontade em me vestir assim e ser repreendida pela sociedade. As vezes me sinto velha demais pra isso... =/

Como queria me vestir:


Estilo alternativo


Tenho vinte e tantos anos, tenho que me preocupar com meu futuro e infelizmente isso indica abrir mão de algumas coisas. E sem falar que não sou de família rica, tenho que correr trás do meu dinheiro também...

Estilo Alternativo

Estima:

Ai entra outra parte que me incomoda. Eu não me vejo mais como antes, hoje em dia não gosto de fotos por simplesmente achar que todas estão esquisitas e feias. Não gosto do meu cabelo como está, nem do meu corpo, da minha aparência em modo geral. Obviamente não estou presa a isso e sem pretensão de mudar. Estou me cuidando, indo na academia, mas sem resultados pois não consigo controlar minha boca.  Meus cabelos eu tive que cortar, pois para chegar no vermelhão em que eu usava, precisou muitas descolorações e meu cabelo ficou detonado, e mesmo gastando horrores com produtos não consegui manter ele vermelho e bonito, e resolvi optar por manter ele natural e mais curto. Mas por estar curto, eu não gosto dele, amo cabelos compridos... E até lá, vai ter muito chão até eu achar que ele está legal.
E quando você chega nos vinte e tantos, sua pele muda, mas sobre isso estou cuidando sempre, me adequei ao uso constante de protetor solar, cremes para rejuvenescimento, creme para estrias, fico de olho nas maquiagens para não usar algo vencido, as preocupações para "envelhecer" bonita já estão na minha cabeça hahaha, envelhecer bonita e saudável, se possível.
Então, resumidamente, não sei se é válido comprar roupas lindas e posar para fotos e publicar aqui com essas temáticas que gosto, pois elas vão ficar ali paradas na minha gaveta, possivelmente até ter algum evento por perto, o que é raro.
E andar com elas no dia a dia, também não dá.
Ai junta a sociedade, minha estima, e fica tudo assim, sem fotos, e melhoras que só virão depois de muito tempo.

Agora eu queria saber de vocês guerreiros e guerreiras...
Onde vocês moram existem muitas pessoas que gostam de rock/metal?
Como é a visão da sociedade em relação a isso?
Existe ainda o preconceito com pessoas de piercing, tatuagens ou com cabelos coloridos?
Você abriria mão de muita coisa para sobreviver nessa sociedade e fazer o seu futuro?
© Memórias de uma Guerreira.